Em seu estudo, o Autor considera não só todas as qualidades e avanços aportados pela nova Lei, mas também os aspectos que poderão, a seu ver, causar embaraços aos que manejam o mandado de segurança, procurando apontar, neste caso, as alternativas possíveis. Ao longo da exposição, são contrastadas a disciplina anterior e a atual e indicadas as normas pertinentes ainda em vigor. Destaque é dado, também, às súmulas e à jurisprudência e doutrina especializadas.
Sumário - Mandado de Segurança Individual e Coletivo
Nota introdutória
Artigo 1.º
1.1 A raiz constitucional
do mandado de segurança e a Lei 12.016/2009
1.1.1 A Constituição de 1988 e o mandado de segurança: tutela de direitos fundamentais relativos às liberdades públicas
1.1.2 Contraste entre o mandado de segurança e outras figuras do direito comparado
1.1.3 Do habeas corpus ao mandado de segurança, passando pelas ações possessórias
1.1.4 Surgimento da previsão normativa expressa do mandado de segurança no direito brasileiro
1.1.5 A Lei 12.016/2009: avanços, retrocessos e frustrações
1.2 Déficit do
procedimento previsto na Lei 12.016/2009 e alternativas para a sua correção
1.2.1 A dimensão constitucional do mandado de segurança, o procedimento (típico) previsto na Lei 12.016/2009 e o rito procedimental adequado, ideal à sua concretização
1.2.2 Inadequação do procedimento previsto na Lei 12.016/2009 para a plena contenção da atividade estatal ilegal
1.2.3 Flexibilização do rito previsto na Lei 12.016/2009, nos casos de déficit procedimental
1.2.4 O procedimento previsto nos arts. 461 do CPC e 84 do CDC como alternativa, incidência supletiva e fungibilidade
1.3 Pressupostos para a
concessão da segurança
1.3.1 O “direito líquido e certo”
1.3.1.1 Tutela da evidência e controvérsia sobre a existência do direito
1.3.1.2 “Direito líquido e certo” versus “certeza e liquidez” de dívida ativa
1.3.2 Situação não amparada por habeas corpus ou habeas data
1.3.3 Proteção contra atos ilegais e abusivos
1.3.3.1 Ilegalidade e abusividade
1.3.3.2 Atos administrativos, legislativos ou judiciais
1.3.3.3 Atos de gestão e atos de império
1.3.4 Violação ou “justo receio”
1.3.4.1 Mandado de segurança preventivo e repressivo
1.3.4.2 Transmudação do mandado de segurança preventivo em repressivo
1.3.4.3 Mandado de segurança e “lei em tese”
1.4 Parte ativa na ação
1.4.1 Pessoas físicas e jurídicas
1.4.2 Litisconsórcio ativo
1.4.3 Terceiro prejudicado
1.4.4 Legitimação extraordinária concorrente
1.5 Parte passiva
1.5.1 Autoridade coatora e parte legítima
1.5.2 Natureza jurídica da pessoa coletiva
1.5.3 Legitimidade passiva e teoria da encampação
1.5.4 Legitimação passiva do particular sujeito aos efeitos da sentença e litisconsórcio passivo necessário
Artigo 2.º
2.1 Regras gerais sobre a
competência para o julgamento do mandado de segurança
2.1.1 Competência e unidade da jurisdição
2.1.2 Delimitação da competência no mandado de segurança
2.2 Competência da
justiça comum de 1.ª Instância
2.2.1 Inteligência do art. 2.º da Lei 12.016/2009
2.2.2 Ainda a diferença entre atos de império e atos de gestão (art. 1.º, § 2.º)
2.2.3 Modificação de competência da autoridade coatora
2.2.4 Intervenção anômala da União e deslocamento de competência
2.3 Competência
originária dos tribunais e turmas recursais
2.3.1 Organização vertical: STF e STJ
2.3.2 Outros tribunais superiores
2.3.3 Tribunais Regionais Federais e Estaduais
2.3.4 Competência da turma recursal para o julgamento de mandado de segurança impetrado contra ato judicial
Artigo 3.º
3.1 A figura do terceiro
no mandado de segurança
3.2 O abuso de direito e
a prevalência da boa-fé
Artigo 4.º
4.1 Avanços tecnológicos
e prática de atos processuais no mandado de segurança
4.2 Impetração do mandado
de segurança via fax
4.3 Atos processuais por
meio eletrônico
Artigo 5.º
5.1 Condições de
procedibilidade do mandado de segurança
5.2 Mandado de segurança
e ato sujeito a recurso administrativo
5.2.1 Atos comissivos
5.2.2 Atos omissivos
5.2.3 Cabimento de mandado de segurança contra ato disciplinar
5.3 Mandado de segurança
contra ato judicial
5.3.1 Pronunciamentos judiciais irrecorríveis
5.3.2 Recursos destituídos de efeito suspensivo
5.3.3 Decisão judicial com trânsito em julgado
5.3.4 A posição do terceiro em relação à decisão judicial
Artigo 6.º
6.1 Requisitos processuais
(pressupostos processuais e condições da ação) do mandado de segurança
6.2 Possibilidade
jurídica do mandado de segurança
6.2.1 Hipóteses de vedação legal do manejo do mandado de segurança (art. 5.º da Lei 12.016/2009)
6.2.2 Impossibilidade jurídica em razão da decadência (art. 23 da Lei 12.016/2009)
6.2.3 Possibilidade jurídica do mandado de segurança e efeitos condenatórios patrimoniais
6.3 Interesse processual
no mandado de segurança
6.3.1 A necessidade da ordem
6.3.2 O mandado de segurança como via inadequada
6.3.3 Utilidade do mandado de segurança e perda do objeto
6.4 Legitimidade para a
causa
6.4.1 Legitimidades ativa e passiva
6.4.2 Correção do pólo passivo e tutela da aparência
6.5 Petição inicial
6.5.1 Forma da petição inicial (art. 4.º da Lei 12.016/2009)
6.5.2 Identificação das partes
6.5.3 Elementos substanciais do libelo: causa de pedir e pedido
6.5.3.1 Causa de pedir
6.5.3.2 Pedido
6.5.3.3 Requerimento de liminar
6.5.3.4 Requerimento de incidência de multa
6.5.4 Produção de provas e a limitação vertical da cognição
6.5.5 Procedimento para exibição prévia ao ajuizamento do mandado de segurança
6.5.6 Valor da causa
6.6 Citação
6.7 Indeferimento da
petição inicial
6.8 Renovação do pedido
de segurança
Artigo 7.º
7.1 Procedimento do
mandado de segurança
7.2 Formação da relação
processual
7.3 Reações da autoridade
coatora
7.3.1 Apresentação das informações
7.3.1.1 Ônus de prestar informações
7.3.1.2 Estrutura da peça de informação
7.3.2 Revelia no mandado de segurança
7.3.3 Reconhecimento jurídico do pedido
7.3.4 Exceção de incompetência
7.4 A tutela de urgência
no mandado de segurança
7.4.1 Tempo e processo
7.4.2 Antecipação dos efeitos da tutela e tutela cautelar – Fungibilidade
7.4.3 Natureza da liminar no mandado de segurança
7.4.4 Momento da concessão da tutela de urgência
7.4.5 Recurso contra decisão referente à liminar
7.4.6 Pedido de suspensão da liminar (art. 15 da Lei 12.016/2009)
7.4.7 Restrições à concessão da liminar
7.4.8 Dispensa da prestação de caução
7.4.9 Extensão da limitação às hipóteses previstas nos arts. 273 e 461 do CPC
7.4.10 Revogação da liminar
7.4.11 Eficácia da liminar e celeridade no procedimento
Artigo 8.º
8.1 Perempção ou
caducidade da liminar no mandado de segurança
8.2 A punição pela
criação de obstáculos
8.3 Não cumprimento de
atos e diligências
8.4 A sanção pelo
abandono
Artigo 9.º
9.1 Cientificação da
inicial, da liminar e da sentença (arts. 7.º, I, 9.º e
13 da Lei 12.016/2009)
9.2 A representação da
pessoa jurídica de direito público
9.2.1 A União, os Estados e o Distrito Federal
9.2.2 O Município e a representação pelo prefeito ou procurador. A posição da Câmara Municipal
Artigo 10
10.1 Princípio da
aproveitabilidade da petição inicial
10.2 Indeferimento da
petição inicial
10.2.1 Hipóteses de indeferimento, segundo o art. 10 da Lei 12.016/2009
10.2.2 Ausência dos requisitos da petição inicial
10.2.3 Caducidade do pedido
10.2.4 Indeferimento, na hipótese prevista no art. 285-A do CPC
10.3 Recurso contra a
decisão que indefere a petição inicial
10.3.1 Recurso cabível
10.3.2 Apelação e juízo de retratação
10.4 O litisconsórcio no
mandado de segurança
10.4.1 Regra geral e incidência da disciplina prevista no CPC
10.4.2 Vedação ao litisconsórcio ativo facultativo ulterior
Artigo 11
11.1 Comunicação e
certificação da notificação da autoridade coatora
11.2 Comunicação
eletrônica
11.3 A dupla
cientificação e a pessoa jurídica
11.4 Comprovação da
remessa e digitalização
Artigo 12
12.1 O Ministério Público
e seu papel no mandado segurança
12.2 Atividade processual
do Ministério Público
12.3 Nulidade do processo
pela ausência de intimação
Artigo 13
13.1 Comunicação
bilateral da decisão
13.2 Necessidade de
comunicação célere ao impetrante
13.3 Comunicação da
concessão e da denegação
13.4 Aplicação do art. 4.º da Lei 12.016/2009
Artigo 14
14.1 A sentença no
mandado de segurança
14.2 Sentença de
improcedência e eficácia da liminar
14.3 As despesas e
honorários advocatícios
14.4 Reexame necessário
14.5 Recurso de apelação
14.6 Efeitos da apelação
no mandado de segurança
14.7 Embargos
infringentes no mandado de segurança
14.8 Recurso de terceiro
prejudicado: a autoridade coatora
14.9 Cumprimento de
sentença e execução provisória no mandado de segurança
14.10 Execução da verba
condenatória – Súmula 271 do STF
Artigo 15
15.1 Suspensão da liminar
e da segurança
15.2 Cabimento da
suspensão
15.3 Legitimidade para o
pedido de suspensão
15.4 Suspensão, agravo e
apelação e a Súmula 626 do STF
15.5 Suspensão sucessiva
ao agravo
15.6 Suspensão da
segurança e suspensão no agravo. Inaplicabilidade da Súmula 626 do STF
15.7 Recurso contra a
suspensão
15.8 A suspensão
sucessiva
15.9 Efeito expansivo da
suspensão em relação à liminar
Artigo 16
16.1 Procedimento do mandado de segurança nos casos de
competência originária dos tribunais
16.2 Sustentação oral
16.3 Exigência do
esgotamento da instância
16.4 Agravo regimental da
decisão sobre a liminar
Artigo 17
17.1 Urgência da
publicação da decisão
17.2 Notas taquigráficas.
Substituição do acórdão
Artigo 18
18.1 Admissibilidade do recurso ordinário constitucional
e dos recursos extraordinário e especial
18.2 Aspectos
procedimentais do recurso ordinário
Artigo 19
19.1 Decadência do mandado de segurança e ajuizamento
de ação própria
19.2 A coisa julgada no mandado de segurança e ajuizamento
de nova ação
19.3 Decisão de mérito e
via administrativa
19.4 O conteúdo da
decisão denegatória da segurança
19.5 A insuficiência de
provas no mandado de segurança
19.6 Mandado de segurança
e efeitos patrimoniais pretéritos
Artigo 20
20.1 Prioridade no
julgamento do mandado de segurança
20.2 Trâmite da ação
Artigo 21
21.1 Embasamento
constitucional do mandado de segurança coletivo e as limitações da Lei
12.016/2009
21.2 A tutela do interesse coletivo. Interesse coletivo
não é interesse público
21.3 Objeto do mandado de
segurança coletivo – Opção restritiva
21.4 Os interesses
coletivos
21.5 Interesses
individuais homogêneos
21.6 Interesses
individuais homogêneos e as class actions
21.7 Legitimação para o
mandado de segurança coletivo
21.7.1 Partidos políticos
21.7.2 Organização sindical, entidade de classe ou associação
21.7.3 O Ministério Público
Artigo 22
22.1 O regime da coisa
julgada nas ações coletivas em geral e o mandado de segurança coletivo
22.2 Mandado de segurança
individual e coletivo. Inexistência de litispendência
e impossibilidade de prejuízo para a ação individual. O diálogo das
fontes
22.3 Uma alternativa, enquanto não se resolve a
antinomia: opção pela ação civil
pública, em detrimento do mandado de segurança coletivo
22.4 Audiência prévia da
pessoa jurídica
Artigo 23
23.1 O prazo decadencial
no mandado de segurança
23.2 Decadência da ação e
não do direito material
23.3 Mandado de segurança
contra omissão
Artigo 24
24.1 O litisconsórcio no
mandado de segurança
24.2 Modalidades de
litisconsórcio no mandado de segurança
24.3 Vedação ao
litisconsórcio facultativo ulterior
24.4 Intervenção de
terceiros no mandado de segurança
Artigo 25
25.1 Vedação aos
honorários advocatícios
25.2 Não cabimento dos
embargos infringentes
Artigo 26
26.1 Sanções penais e
administrativas pelo descumprimento da decisão
26.2 Princípio da
autoridade e desobediência
26.3 Sujeito ativo
26.4 Conduta
26.5 Procedimento
26.6 Outras sanções
Artigos 27 a 29
27.1 Adaptação dos
regimentos internos
27.2 Revogação das leis
incompatíveis
Bibliografia
Obras dos Autores

CATEGORIAS
MANDADO DE SEGURANÇA INDIVIDUAL E COLETIVO

