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NORMAS DE PUBLICAÇÃO PARA OS
AUTORES
1. Os trabalhos encaminhados para publicação nos
periódicos ou em outro repositório, em qualquer tipo de mídia,
impressa ou eletrônica, editados pela Editora Revista dos Tribunais
deverão ser inéditos e sua publicação não deve estar pendente em
outro local. Uma vez publicados pela Editora, estes trabalhos
consideram-se licenciados para a Editora Revista dos Tribunais com
exclusividade, pelo prazo de duração dos direitos patrimoniais do
autor. Os trabalhos também poderão ser publicados em outros lugares
desde que após autorização prévia e expressa da Editora Revista dos
Tribunais, citada a publicação original como fonte, constando o nome
da editora, a cidade, o ano de publicação, título e volume do
periódico e respectivas páginas.
2. Os trabalhos podem ser
enviados preferencialmente pelo correio eletrônico, para o endereço
editorial.revista@rt.com.br, ou ainda, por via postal, em arquivos
gravados em disquetes de 3,5 polegadas (Recomendamos a utilização do
processador de texto Microsoft Word 97. Pode-se, no entanto,
utilizar qualquer processador de texto, desde que os arquivos sejam
gravados no formato RTF (Rich Text Format), que é um formato de
leitura comum a todos os processadores de texto), obrigatoriamente
acompanhados de prova impressa para a Editora Revista dos Tribunais,
aos cuidados do Editorial de Periódicos, na Rua do Bosque, 820,
Barra Funda, São Paulo, SP (CEP 01136-000).
3. Não há um número predeterminado para os textos.
Esse número deve ser adequado ao assunto tratado. Porém, para
publicação na RT, os trabalhos deverão ter um mínimo de 15 laudas.
Os parágrafos devem ser alinhados à esquerda. Não devem ser usados
recuos, deslocamentos, nem espaçamentos antes ou depois. Não se deve
utilizar o tabulador para determinar os
parágrafos: o próprio já determina,
automaticamente, a sua abertura. Como fonte, usar o Times New Roman,
corpo 12. Os parágrafos devem ter entrelinha 1,5; as margens
superior e inferior 2,0 cm e as laterais 3,0 cm. O tamanho do papel
deve ser A4.
4. Os trabalhos deverão ser precedidos por uma
folha na qual se fará constar: o título do trabalho, o nome do autor
(ou autores), qualificação (situação acadêmica, títulos,
instituições às quais pertença e a principal atividade exercida),
endereço completo para correspondência, telefone, fax e e-mail,
relação da produção intelectual anterior e declaração de ineditismo
(a autorização de publicação será solicitada em caso de aprovação do
artigo).
5. As referências bibliográficas deverão conter:
sobrenome do autor em letras maiúsculas; vírgula; nome do autor em
letras minúsculas; ponto; título da obra em itálico; ponto; número
da edição (a partir da segunda); ponto; local; dois pontos; editora
(não usar a palavra editora); vírgula; ano da publicação; ponto.
6. Os trabalhos deverão ser precedidos por um breve
Resumo (10 linhas no máximo) em português e em outra língua
estrangeira (inglês, francês, alemão, italiano ou espanhol), e de um
Sumário, do qual deverão constar os itens com até 3 dígitos.
7. Deverão ser destacadas as palavras-chave
limitadas ao número de 05 (cinco) (em português e em outra língua
estrangeira) (palavras ou expressões que expressem as idéias
centrais do texto), as quais possam facilitar posterior pesquisa ao
trabalho.
8. Todo destaque que se queira dar ao texto
impresso deve ser feito com o uso de itálico. Jamais deve
ser usado o negrito ou a sublinha. Citações de textos de
outros autores deverão ser feitas entre aspas, sem o uso de itálico.
9. Não será prestada nenhuma remuneração autoral
pela licença de publicação dos trabalhos em nossas revistas ou
qualquer tipo de mídia, impressa ou eletrônica (Internet, CDRom,
e-book etc.). Em contrapartida, o colaborador receberá 01 (um)
exemplar do periódico em cujo número seu trabalho tenha sido
publicado ou do produto digital quando contido em suporte físico.
10. Os trabalhos que não se ativerem a estas normas
serão devolvidos a seus autores, que poderão reenviá-los, desde que
efetuadas as modificações necessárias.
11. A seleção dos trabalhos para publicação é de
competência do Conselho Diretivo da Revista. Todos os trabalhos
serão primeiramente lidos pelos coordenadores da Revista que os
distribuirão, conforme a matéria, para os conselheiros ou ainda para
pesquisadores que não sejam conselheiros da Revista mas tenham
reconhecida produção científica na área. Eventualmente, os trabalhos
poderão ser devolvidos ao autor com sugestões de caráter científico
que, caso as aceite, poderá adaptá-lo e reencaminhá-lo para nova
análise. Não será informada a identidade dos responsáveis pela
análise dos trabalhos. Os trabalhos recebidos e não publicados não
serão devolvidos.
Contrato e racionalidade
Marcos Cáprio Fonseca Soares
Mestre em Sociologia pela UFRGS. Advogado.
RESUMO: O presente artigo é fruto
de pesquisa empírica levada a cabo junto aos acórdãos do Tribunal de
Justiça do Rio Grande do Sul, especificamente em matéria contratual.
Aqui, trago as conclusões obtidas no âmbito dos contratos abrangidos
pelo Sistema Financeiro de Habitação. Delimitei a racionalidade
jurídica nutrida pelos desembargadores de referido Tribunal ao
procederem às tomadas de decisões neste tema. Após precisar o
conceito central deste trabalho (racionalidade), exponho e analiso
os dados obtidos junto aos acórdãos coletados, promovendo uma
classificação dos atores jurídicos consentâneo o teor argumentativo
invocado na fundamentação dos votos, ocasião em que a nova teoria
dos contratos passa a ser contextualizada em meio a um processo de
transformações pelas quais vem passando o direito privado como um
todo.
PALAVRAS-CHAVE: Cláusulas gerais –
Juros – Revisão contratual – Racionalidade – Rematerialização.
ABSTRACT: The present article is a
result of empiric research mode next to judgements of Tribunal de
Justiça do Rio Grande do Sul, specifically in contractual subject.
Here, I bring the conclusions got among the contracts embroced by
the Sistema Financeiro de Habitação. I delimited the juridical
racionality sustained by magistrates of the abovementioned Tribunal
when they took decisions on this matter. After precising the main
concept of this work (racionality), I expose and analyse data got
next to judgements collected, promoting a classification of the
juridical actors according to the armentative contents evoked in the
fundamentation of votes, occasion where the new theory of contracts
starts to be contextualized in a process of transformations by which
private law is passing as a whole.
KEYWORDS: General clauses –
Interest – Contractual review – Racionality – Rematerialization.
SUMÁRIO: 1. Introdução – 2. A racionalidade
jurídica e o contexto atual do direito privado: 2.1. A matriz
weberiana; 2.2. Reflexões contemporâneas – 3. A mudança
paradigmática no direito privado brasileiro – 4. A pesquisa
empírica: o caso do SFH – 5. Considerações finais – 6. Bibliografia.
1.INTRODUÇÃO
on onono ononon onononon ononono
nonononononononononon ononononono nonono nonono non onononon
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nononononono.
2. BIBLIOGRAFIA (EXEMPLOS FONTE: LIVRO, PERIÓDICO,
JORNAL, E INTERNET)
OLIVEIRA, José Antonio. Verdade real. In: STOCO,
Rui (Coord.). Direito penal. 2. ed. São Paulo: RT, 2000. v. 5, t.
II.
SILVA, José Augusto da. Ação declaratória. Revista
de Direito Privado, n. 30. São Paulo: RT, 2000, p. 12.
SILVA, José Augusto da. E o Brasil, como vai? Folha
de S.Paulo, Cad. Mundo, 24 jan 2004.
SILVA, José Augusto da. Ação incidental.
www.jusnavigandi.com Acesso em 25 maio 2004.
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