Por: R$ 94,35
Sumário – Pluritributação Internacional sobre as Rendas de Empresas 2. ª ed.
NOTA À 2.ª EDIÇÃO
PREFÁCIO À 1.ª EDIÇÃO – José Souto Maior Borges
LISTA DE ABREVIATURAS
INTRODUÇÃO
Primeira Parte
princípios DO DIREITO TRIBUTÁRIO Internacional
OS SETORES DE ESTUDO DO ÂMBITO INTERNACIONALÍSTICO DO DIREITO TRIBUTÁRIO
Demarcação teórica
As teses mais relevantes sobre o tema
A diferenciação didática entre o Direito Tributário Internacional e o Direito Internacional Tributário
A demarcação do objeto dos setores de estudo da fiscalidade internacional
As normas de Direito Internacional Tributário
As normas de Direito Tributário Internacional
OS PRINCÍPIOS DE CONEXÃO DO DIREITO TRIBUTÁRIO INTERNACIONAL
Considerações preliminares
O conceito dogmático de soberania
A soberania tributária de um Estado em face das demais ordens soberanas
Da inexistência de limites gerais (externos) ao exercício da atividade legislativa dos Estados em matéria tributária
Princípio da territorialidade (source income taxation)
A definição de território e os seus efeitos jurídicos
Aspectos jurídicos do território marítimo – limites da soberania sobre o mar
Território marítimo e tributação
Efeitos da territorialidade tributária
Territorialidade em sentido material
Territorialidade em sentido formal
O princípio da universalidade (worldwide income taxation)
Funcionalidade do princípio da universalidade
Universalidade e territorialidade como limites objetivos
TIPOLOGIA DAS NORMAS DESTINADAS AO TRATAMENTO DOS RENDIMENTOS TRANSNACIONAIS
A norma impositiva dotada de elementos de estraneidade
Incidência e eficácia das normas com elementos de estraneidade
Os critérios de localização dos rendimentos transnacionais
A definição dos critérios de qualificação dos rendimentos transnacionais
Os critérios de qualificação dos elementos de estraneidade
Critério material ou objetivo
Diferença entre enunciados de qualificação e enunciados de interpretação
Os enunciados de qualificação em face das convenções internacionais e do direito interno dos países signatários
Normas de conflito e o Direito Tributário Internacional
OS CRITÉRIOS DE CONEXÃO MATERIAL E PESSOAL: QUALIFICAÇÃO E LOCALIZAÇÃO DAS FONTES DE PRODUÇÃO DAS RENDAS E DOS SUJEITOS RESIDENTES E NÃO-RESIDENTES
Considerações iniciais
O critério de conexão material – a fonte efetiva da renda (sourcing income rules)
Interpretação: do mundo jurídico ao mundo econômico, um reenvio possível
A noção de fonte como elemento de determinação dos rendimentos
Os critérios de conexão subjetivos – residentes e não-residentes
Regime dos sujeitos não-residentes
Características da tributação sobre os não-residentes
Princípio da universalidade e a residência de pessoas físicas
Transferência de residência para o exterior
Regime de ausência
Regime aplicável aos residentes que se encontram no exterior a serviço do Brasil
Transferência de residência para o Brasil
Regime jurídico dos servidores de representações estrangeiras e de organismos internacionais residentes no país
Princípio da universalidade e residência de pessoas jurídicas
Critérios para determinar a residência fiscal das sociedades
O lugar da constituição ou incorporação
O lugar da sede social
O lugar da direção efetiva ou sede da administração
O lugar da direção ou do poder de controle
O lugar da atividade principal
O estabelecimento de direção principal (head office)
Princípio da universalidade e o conceito de nacionalidade das pessoas jurídicas como critério de conexão
Breves considerações sobre o conceito de nacionalidade das pessoas jurídicas
Empresas multinacionais e o conceito de nacionalidade
Constituição e nacionalidade de empresas no Brasil
A perda da nacionalidade da pessoa jurídica no direito brasileiro
Segunda Parte
as formas de atuação das empresas no cenário internacional e o tratamento tributário dos residentes e não-residentes
DAS FORMAS DE ATUAÇÃO DAS PESSOAS JURÍDICAS NO CENÁRIO INTERNACIONAL E SUAS CONSEQÜÊNCIAS NO DIREITO TRIBUTÁRIO
Do conceito de empresa transnacional
Atuação direta e constituição de sociedades filiais no exterior
Reconhecimento da personalidade jurídica de empresas estrangeiras
Formas da presença de empresas estrangeiras no Brasil
Funcionamento de empresa estrangeira no Brasil – filiais e estabelecimentos permanentes
Permanência e a definição de “funcionamento”
Natureza jurídica da autorização de funcionamento
O pedido de autorização
Filiais de sociedades estrangeiras e tributação
A filial, sucursal ou agência e o país de residência da matriz
A filial, sucursal ou agência e o país de instalação (residência da filial)
Obstáculos fiscais aos fluxos de riqueza entre matriz e filial
Sociedades transparentes e não-transparentes: a importância fiscal da distinção
Conseqüências fiscais da qualificação das entidades como transparentes
Estado de residência da entidade
Estado de residência do participante
Atribuição da renda tributável
O regime de tributação
A eliminação das formas de bitributação internacional
O Estado da fonte efetiva das rendas
Estabelecimento permanente: equiparação das pessoas jurídicas não-residentes às pessoas jurídicas residentes
Considerações iniciais
Introdução ao conceito e funções do estabelecimento permanente
A qualificação de estabelecimento permanente
Aspectos históricos relevantes sobre a evolução do conceito de estabelecimento permanente
A construção convencional do conceito de estabelecimento permanente
Elementos e características do estabelecimento permanente material
A instalação material enquanto centro de referência e de imputação tributária
A permanência da instalação
A necessária conexão com o exercício normal das atividades desenvolvidas pela matriz
O valor normativo das exemplificações do conceito de estabelecimento permanente material
Considerações finais sobre o conceito de estabelecimento permanente material
O estabelecimento permanente pessoal
As formas contratuais admitidas como espécies de estabelecimento permanente pessoal
Permanência e continuidade do estabelecimento permanente pessoal
O grau de dependência: a instalação pessoal enquanto centro de referência e de imputação tributária
A autonomia do estabelecimento permanente e a separação contábil
A remessa de lucros entre filial e matriz e o problema do abatimento das despesas inerentes ao estabelecimento permanente
A remessa de lucros do estabelecimento permanente à matriz
Territorialidade das despesas: a autonomia do estabelecimento permanente e o problema da imputação tributária dos ônus e despesas
Conceito de estabelecimento permanente no direito brasileiro
Atuação indireta – aquisições internacionais de participações societárias e tributação
Grupos transnacionais de empresas e o Direito Tributário Internacional
O Grupo transnacional de sociedades
Controle: os códigos subordinação/dominação
A sociedade controlante como holding
Sobre os condicionamentos da escolha do modo de participação
O Direito Tributário Internacional e o Grupo transnacional de sociedades
O Grupo como sujeito passivo tributário – balanço consolidado e as chamadas international holding companies
Estabelecimento permanente e Grupo transnacional de sociedades no Direito Tributário Internacional
A necessária rede de informações para a Administração Tributária
O tratamento fiscal dos grupos de sociedades na legislação de alguns países europeus
Alemanha
Dinamarca
Espanha
França
Itália
Portugal
Holanda
Joint ventures e consórcios – a associação temporária de empresas
O acordo de base
As classificações
Quanto à finalidade
Quanto à forma de organização
Corporated joint venture
Contractual joint ventures
A importância das classificações das formas de cooperação para o Direito Tributário
Corporated joint venture
Contractual joint ventures
Partnership joint ventures
As classificações sobre os tipos de joint venture e o direito brasileiro
TRIBUTAÇÃO DAS RENDAS DE PESSOAS JURÍDICAS RESIDENTES E NÃO-RESIDENTES
Pessoas jurídicas residentes no Brasil – o princípio da universalidade
Atuação direta da pessoa jurídica no exterior – atos isolados
Universalidade e atuação no exterior mediante filiais e sociedades controladas ou coligadas – regras gerais
Atuação indireta mediante subsidiárias, coligadas e controladas
A aplicação do método de equivalência patrimonial
Os princípios básicos da tributação sobre a renda de pessoas jurídicas residentes
O critério da tributação com base no lucro real
O regime de competência – a localização temporal dos componentes redituais
A regra da inerência
Breves considerações aos elementos conformadores do fato jurídico tributário do imposto sobre a renda de pessoas jurídicas
Tratamento fiscal sobre a atuação direta dos não-residentes: força de atração restrita e tratamento isolado dos rendimentos
Os regimes de tratamento das rendas de pessoas jurídicasnão-residentes mediante funcionamento ou equiparação aos residentes – a força de atração
Princípio da força de atração plena
Princípio da força de atração restrita
O tratamento isolado das rendas de pessoas jurídicas não-residentes
O tratamento isolado dos rendimentos produzidos por não-residentes no Brasil
Critério temporal
Critério espacial – o conceito de “fonte” na tributação dos rendimentos produzidos por não-residentes
Critério subjetivo – sujeito passivo
O aspecto quantitativo: base de cálculo e alíquota aplicáveis
A base de cálculo no tratamento das rendas de pessoas jurídicas não-residentes equiparadas
A base de cálculo no modelo analítico
A alíquota aplicável ao imposto sobre a renda dos sujeitos não-residentes
Os regimes especiais
Tributação de serviços e royalties
Dividendos
Ganhos de capital
Regime especial para juros
Operações financeiras de renda fixa
Ganhos líquidos de renda variável
Aplicações indiretas por meio de fundos e clubes de investimento
Novas regras para investimentos estrangeiros no mercado financeiro e de capitais
A tributação das rendas de empresas em alguns países europeus
Alemanha
Dinamarca
Espanha
França
Itália
Portugal
Reino dos Países Baixos – Holanda
Reino Unido – Grã-Bretanha
Terceira Parte
O FENÔMENO DA PLURITRIBUTAÇÃO INTERNACIONAL
O CONCEITO JURÍDICO DA PLURITRIBUTAÇÃO INTERNACIONAL SOBRE A RENDA DE EMPRESAS
Aspectos gerais
O âmbito espacial de manifestação da pluritributação
Por uma questão de rigor terminológico
A pluritributação internacional como fenômeno
Refutação à teoria da pluritributação enquanto resultado antijurídico
A relação entre o fenômeno da pluritributação internacional e o direito interno e internacional: entre legitimidade e justiça fiscal
As causas da pluritributação internacional de rendas de pessoa jurídica
A definição de pluritributação internacional
O tratamento doutrinário tradicional sobre a definição da pluritributação internacional e a atual perspectiva
Método das quatro identidades
Definição pela conseqüência (carga fiscal suportada)
Dupla tributação direta e indireta
Método da análise concreta
A definição da pluritributação internacional
O concurso de pretensões impositivas
A identidade do fato-evento tributável
A conseqüência da identidade do fato-evento tributável
Tipologia da pluritributação internacional: o fim de um paradigma
A inexistência da dupla tributação econômica internacional
A dupla tributação por transferência internacional
A identidade da matéria tributável como elemento de análise
As formas de manifestação da dupla tributação por transferência das rendas transnacionais de empresas
A distinção entre a pluritributação internacional e os tipos de dupla tributação por transferência
A dupla tributação por distribuição societária internacional
A dupla tributação internacional por transferência de preços
Ajustamentos correlativos
Quarta Parte
as formas de tratamento da pluritributação Internacional
AS MEDIDAS UNILATERAIS DESTINADAS À REDUÇÃO DA PLURITRIBUTAÇÃO INTERNACIONAL
Considerações iniciais
As medidas unilaterais e a perseguição da neutralidade fiscal pelos Estados – breves reflexões de política tributária
A interação entre os princípios de neutralidade fiscal e as medidas unilaterais para evitar a bitributação internacional
O método da isenção tributária (tax exemption system)
Fundamentos
Modalidades: isenção integral e isenção com progressividade
Isenção integral (full exemption)
Isenção com progressividade (exemption with .. progression)
Relação entre isenção e os princípios de neutralidade fiscal
O método da isenção e o Direito Tributário Internacional do Brasil
O crédito de imposto (tax credit)
Características gerais dos pressupostos ao método da imputação
Instrumentos jurídicos adequados para a introdução do crédito de imposto no sistema
Modalidades: o crédito de imposto integral e o crédito de imposto ordinário
O crédito de imposto integral
O crédito de imposto ordinário
Modalidades do crédito de imposto ordinário
O problema do crédito de imposto superior ao crédito tributário devido ao Estado da residência
Limites do método de imputação
Limitação material – a qualificação dos impostos pagos no exterior
Limitação temporal – o momento da utilização e a necessidade de definitividade do pagamento
A fixação da data do câmbio
Limitação espacial – repartição do crédito em relação às rendas produzidas em diversos Estados estrangeiros
Limitação subjetiva – a identidade do contribuinte como critério para a imputação dos impostos forâneos
Limitação quantitativa – consideração das perdas e prejuízos – deduções
Limitação formal à concessão do benefício – a re-ciprocidade de tratamento
As cláusulas de crédito de imposto fictício: matching credit e tax sparing
O crédito fictício propriamente dito (tax sparing)
O crédito presumido (matching credit)
A dedução de tributos pagos no exterior como despesa
Os fundamentos
Relação entre o método de dedução e os princípios de neutralidade fiscal
O crédito de imposto societário
Função do crédito de imposto societário
O modelo impositivo dos lucros societários
Aspecto subjetivo e funcionalidade do crédito
Os momentos objetivos fundamentais
Surgimento do direito creditício
Momento do exercício e cálculo do crédito de imposto
A realização do direito de crédito
Modo de aplicação
A majoração equiparativa no modelo impositivo italiano
Motivos
Aspectos objetivos
Aspectos subjetivos
As disposições unilaterais contra a pluritributação internacional na legislação de alguns países europeus
Alemanha
Dinamarca
Espanha
França
Itália
Portugal
Reino dos Países-Baixos – Holanda
Reino Unido
Considerações finais
AS SOLUÇÕES BILATERAIS DO PROBLEMA DA PLURITRIBUTAÇÃO INTERNACIONAL – os modelos de convenção sobre a renda e o capital
Os modelos de convenções internacionais contra a pluritributação internacional
Aspectos históricos
Os trabalhos da Sociedade das Nações
A ONU e seus trabalhos de continuação dos projetos da Sociedade das Nações
Os modelos propostos pela OCDE: um novo rumo para evitar, eliminar ou atenuar a dupla tributação internacional
Características eficaciais dos modelos de convenções
Análise dos modelos de convenções internacionais em matéria tributária sobre a renda e o capital
A estrutura do Modelo OCDE
Capítulo I – Campo de aplicação da Convenção
Capítulo II – Definições
Capítulo III – O tratamento das rendas
Capítulo IV – A tributação do capital
Capítulo V – Os métodos para eliminação da dupla tributação
Capítulo VI – As disposições especiais
Capítulo VII – Disposições conclusivas
A estrutura do Modelo ONU
O Modelo americano, the Draft U.S. Model Income Tax Treaty
O Modelo de Convenção dos Estados do Pacto Andino – Andean Model
APLICABILIDADE DAS CONVENÇÕES INTERNACIONAIS EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA: RELAÇÕES COM O DIREITO INTERNO
Aplicabilidade das convenções internacionais sobre a renda e o capital: as relações com o direito interno
Monismo e dualismo – superação de uma dicotomia
O direito brasileiro e a recepção das normas de Direito Internacional
A designação constitucional da autoridade competente
O procedimento de recepção
Relação entre normas de direito internacional e direito interno à luz da Constituição Federal
Recepção das convenções internacionais em matéria tributária – a eficácia do art. 98 do CTN
A revogação e modificação da legislação interna
A afirmação do princípio pacta sunt servanda
Espécies de tratados e convenções em matéria tributária
Tratados internacionais e o federalismo fiscal brasileiro
As convenções sobre a renda e o capital – objeto e finalidade
A aplicação das normas convencionais de Direito Internacional Tributário
Aplicação ratione personae – sujeitos dos tratados e pessoas suscetíveis de evocar as estipulações convencionais
Aplicação ratione materiae – os impostos visados e as rendas tributáveis
Interpretação do texto do artigo 2 das convenções tributárias e a sua abrangência
Os tributos pagos por não-residentes equivalentes ou semelhantes aos impostos sobre a renda e o capital
O caso das contribuições sociais brasileiras em face do art. 2.º do Modelo OCDE
Os impostos incidentes sobre a propriedade imobiliária
Regime de tratamento das categorias redituais
Aplicação ratione loci – o aspecto espacial
Aplicação ratione temporis
Início da vigência – a ratificação
Denúncia de tratados ou convenções internacionais e o Direito brasileiro
A inadimplência voluntária das obrigações convencionais – taxtreaty override
Definição
O tax treaty override e a teoria do ilícito internacional
A INTERPRETAÇÃO DOS TRATADOS INTERNACIONAIS SOBRE A RENDA E O CAPITAL
considerações iniciais
A composição das normas individuais e concretas a partir do “texto” da convenção
A cláusula de interpretação das convenções internacionais em matéria tributária sobre a renda e o capital
A interpretação intratextual
Caracterização
Interpretação intratextual e literalidade da interpretação
Enunciados de interpretação autônoma
“Interpretação contextual”: a noção de contexto no modelo OCDE
O contexto nas convenções sobre a renda e o capital
A Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados (CVDT)
O “contexto” na CVDT e sua aplicação ao Direito Internacional Tributário
O contexto em sentido estrito
O contexto em sentido amplo
Os Comentários sobre os artigos dos modelos de convenção enquanto contexto
A interpretação por reenvio ao direito interno
Reenvio ao ordenamento interno e conflito de in-terpretação unilateral
Interpretação estática e interpretação dinâmica em função do reenvio
Reenvio ao direito interno e a terminologia fiscal internacional
Interpretação das convenções comunitárias em matéria fiscal
Considerações finais
A COOPERAÇÃO ADMINISTRATIVA NO DIREITO TRIBUTÁRIO INTERNACIONAL: ASSISTÊNCIA ADMINISTRATIVA, TROCA DE INFORMAÇÕES E PROCEDIMENTO AMIGÁVEL
Considerações iniciais
Da territorialidade formal à cooperação administrativa internacional
Evolução dos mecanismos de assistência mútua entre Estados
As trocas de informações
A troca de informações no Modelo OCDE de convenções em matéria tributária sobre a renda e o capital
Objetivo
Aspecto subjetivo
Formas de atuação
Os limites de prestar informações
O caráter de confidencialidade – a proteção da informação
As restrições aos pedidos de informações: limites em razão da competência
Intervenção e proteção do contribuinte
A convenção sobre mútua assistência administrativa em matéria tributária
Procedimento amigável (mutual agreement)
O método convencional do procedimento amigável
Características gerais do procedimento amigável
As formas de procedimento amigável e a sua prática processual
Procedimento amigável em sentido estrito
Procedimento amigável consultivo para interpretação
O procedimento amigável consultivo para eliminação de casos de bitributação
A instauração do procedimento amigável
O resultado do procedimento – o acordo – forma de utilização
A HARMONIZAÇÃO FISCAL NA UNIÃO EUROPÉIA E O no MERCOSUL – TRATAMENTO DA PLURITRIBUTAÇÃO SOBRE A RENDA DAS EMPRESAS
Considerações iniciais
A organização institucional da União Européia
Instrumentos introdutores de normas do direito comunitário
A posição dos Tratados (institutivos) no sistema das fontes – as fontes primárias
O direito derivado
As fontes obrigatórias
O regulamento
As diretivas
As decisões
As fontes não obrigatórias – as recomendações e os pareceres
Fontes atípicas e fontes não escritas
As relações entre direito comunitário e direito interno dos Estados-membros
O sistema comunitário de atribuição de competências
As formas de relações entre o direito comunitário e o direito interno
A eficácia e a aplicabilidade do direito comunitário
O primado do direito comunitário
A aplicabilidade direta formal e material
A aplicabilidade direta e a produção de efeitos diretos
Os aspectos políticos da fiscalidade européia e a harmonização dos impostos sobre a renda das empresas
Os recursos para o financiamento da comunidade
A política fiscal no Tratado da União Européia
Direito comunitário tributário: harmonização legislativa e o trata-mento da pluritributação internacional
Campo de estudo: o direito comunitário tributário
O objeto de estudo do direito comunitário tributário – a harmonização das legislações em matéria tributária
A harmonização na tributação dos impostos sobre as rendas de empresas
A disciplina da harmonização tributária sobre rendas de empresas no Tratado da União Européia e no Tratado de Assunção
Questão de política – a técnica de aproximação das legislações sobre rendas de empresas como expressão da harmonização possível no âmbito do MERCOSUL
Harmonização e a neutralidade fiscal na tributação das rendas das empresas
Harmonização e o tratamento da pluritributação internacional sobre as rendas de pessoas jurídicas
Harmonização e a falta de possibilidade de acesso jurisdicional: o papel de uma Corte de Justiça na harmonização fiscal
Objetivos da harmonização e o problema da pluritributação internacional
Os mecanismos comunitários e a adaptação ao direito interno para fins da harmonização
O tratamento da pluritributação internacional no Tratado da União Européia
As convenções comunitárias em matéria tributária sobre a renda e o capital
A convenção comunitária sobre transferência de preços entre empresas
A eliminação da dupla tributação internacional por distribuição societária entre sociedades comunitárias controlantes e controladas – a Diretiva 435/90
O regime fiscal da cisão, fusão e transferências de ativos societários – a Diretiva 434/90
Medidas de Direito Internacional contra a concorrência fiscal prejudicial
O Código de Conduta da União Européia sobre concorrência fiscal prejudicial
Outras tentativas em curso de discussão
Considerações finais
Bibliografia
BIBLIOGRAFIA
ANEXO

CATEGORIAS
PLURITRIBUTAÇÃO INTERNACIONAL SOBRE AS RENDAS DE EMPRESAS - 2ªED.


