Com uma demonstração clara e precisa de como o direito probatório deve ser tratado, a primeira parte da obra analisa os fundamentos do direito probatório e temas que podem ser ditos de teoria geral da prova, como os do convencimento judicial e da motivação. Trata das questões das presunções, das regras de experiência, do ônus da prova, da prova do fato temido, da legitimidade do julgamento de mérito baseado em verossimilhança, da prova ilícita, do reexame da prova diante dos recursos especial e extraordinário, dentre outras
A segunda parte traz um exame minucioso de todas as questões relacionadas às "provas em espécie", evidenciando de que modo devem ser enfrentados os problemas que aparecem quando da aplicação das regras do Código de Processo Civil em matéria probatória.
Sumário – Prova
Parte
I
INTRODUÇÃO
RELAÇÕES ENTRE VERDADE E PROVA
A verdade como o pressuposto para a prova
Pressupostos do princípio da verdade substancial
Verdade substancial e verdade formal
Verdade e verossimilhança
A teoria de Habermas e a verdade
Verdade e procedimento
FINALIDADE DA PROVA
DEFINIÇÃO DE PROVA
A COGNIÇÃO
A importância da técnica da cognição para a
construção de procedimentos adequados aos casos concretos
A técnica da cognição
A cognição como amplitude e verticalização do
conhecimento judicial
A cognição no sentido horizontal
A restrição da alegação não pode obstaculizar o
acesso à justiça
O controle da legitimidade dos procedimentos que
limitam
a defesa
A técnica da cognição sumária
A impropriedade de se falar em juízo de
probabilidade para
se aludir à cognição sumária
A relação entre o juízo provisório e o caso
concreto
A relação entre a intensidade da participação e a
coisa julgada material
A decisão de cognição exauriente
que não gera coisa julgada material
Cognição exauriente, mas
não definitiva
A cognição exauriente
segundo a eventualidade da prova
O procedimento de cognição exauriente
segundo a eventualidade da prova contra os sujeitos privados
Cognição exauriente
diante da não apresentação de embargos
Cognição exauriente
diante da não propositura da “ação principal”
A QUESTÃO DO CONVENCIMENTO JUDICIAL
Busca da verdade e convicção de verdade
Convicção de verdade e participação do juiz
Limitações da prova pelo processo
A tese sueca sobre o convencimento judicial
A acentuação da função da verossimilhança.
Överviktsprinzip,
Überwiegensprinzip e verossimilhança preponderante
A tese de Gerhard Walter
Objeções à tese da verossimilhança preponderante
O convencimento judicial e a regra do ônus da prova
Os direitos difusos e coletivos e as hipóteses em
que a lei afirma que
a sentença de improcedência por insuficiência de provas não gera coisa julgada
material
CONSIDERAÇÕES FUNDAMENTAIS PARA A ADEQUADA
COMPREENSÃO DO TEMA DA PROVA
Prova-se o fato ou a afirmação do fato?
Fato direto (primário) e fato indireto (secundário)
Prova direta e prova indireta
Precisão dos conceitos de indício, prova
indiciária, raciocínio presuntivo e presunção
Sobre presunção e juízo
Juízo sobre o mérito: “juízo final” e “juízo
provisório”
Juízo sobre o mérito e “juízo instrumental”
Normas de juízo e elementos sobre os quais o juízo
de mérito incide
Presunção, regra de experiência e fato notório
(breve distinção)
Fases do procedimento probatório
FATOS QUE NÃO DEPENDEM DE PROVA
Prévia consideração
Fatos notórios
Confissão
Não contestação
O dever de contestar na forma específica, suas
exceções e
os efeitos da sua inobservância
Não contestação e tutela antecipatória
Contestação genérica
Comparecimento e não apresentação de contestação
Presunção legal de existência ou de veracidade
PROVA DOS DIREITOS MUNICIPAL, ESTADUAL, ESTRANGEIRO
E CONSUETUDINÁRIO
Ônus de demonstrar o direito alegado
“Alegação do direito”
Direito municipal, direito estadual e direito
estrangeiro
Costume, fato notório e regra de experiência
AS PRESUNÇÕES
Introdução
Presunções judiciais
Presunções legais relativas
Presunções legais absolutas
Conflitos entre presunções
REGRAS DE EXPERIÊNCIA
Regras de experiência comum e regras de experiência
técnica
Regras de experiência comum e regras gerais
retiradas da experiência
através da via indutiva
Controle da aplicação das regras de experiência. A
importância da
motivação
Critérios para o controle das regras de experiência
comum
Regras de experiência comum a respeito de questões
técnicas, regras de experiência técnica e necessidade de auxílio de
profissional
técnico
Critérios para o controle das regras de experiência
técnica
DEVER DE COLABORAÇÃO PARA A ELUCIDAÇÃO DOS FATOS
Dever de colaboração com o Poder Judiciário
Exclusão do dever de colaboração
O dever de colaboração e o dever de lealdade
processual
O dever de lealdade e a fixação dos fatos
controvertidos
Deveres de colaboração impostos à parte
Sanções às violações dos deveres de colaboração e
de veracidade
Os terceiros e o dever de colaboração
Exigibilidade do dever de colaboração frente aos
terceiros
Colaboração de terceiro e contraditório
ÔNUS DA PROVA
O sentido da distribuição do ônus da prova
Conceito de ônus, ônus da prova e risco na não
produção da prova
Fatos constitutivos, impeditivos, modificativos e
extintivos
Prova dos fatos impeditivos, modificativos e
extintivos e contraprova
Ônus da prova e ônus da alegação
Ônus da prova na ação declaratória negativa
A audiência preliminar, a fixação dos pontos
controvertidos e o
deferimento das provas
Direito de produzir prova e ônus da prova
O estado de dúvida, o dever de decidir e a regra do
ônus da prova
As tentativas de expulsar a dúvida: o princípio da
verossimilhança preponderante e a ideia de que a falta de convicção judicial
faz
surgir uma sentença que não produz coisa julgada material. Crítica
Ônus da prova, princípio da aquisição da prova e
prova de ofício
Posse do documento e ônus da prova documental
Posse do documento e ônus da prova pericial
O procedimento da exibição (arts. 355 e 363, CPC) e
o direito de a parte se recusar a apresentar o documento ou contestar a sua
posse
A presunção de veracidade do art. 359 do CPC, a
inversão do ônus
da prova e a prova pericial que não pode ser produzida em razão da não entrega
do documento em juízo
A simples posse do meio de prova não é critério
justificativo
da inversão do ônus da prova
A recusa à perícia médica e a inversão do ônus da
prova
A recusa do terceiro ao exame médico
As diversas necessidades do direito material e a
possibilidade
de tratamento diferenciado do ônus da prova na ausência de lei
Situações em que o direito material requer o
tratamento diferenciado do ônus da prova
A inversão do ônus da prova no Código de Defesa do
Consumidor
Ônus da prova, convicção e motivação
A inversão voluntária unilateral do ônus da prova
Modificação convencional do ônus da prova
Convenção sobre o ônus da prova e direito
indisponível
Convenção que torna excessivamente difícil à parte
o exercício do direito
A REDUÇÃO DAS EXIGÊNCIAS DE PROVA PARA A FORMAÇÃO
DO
CONVENCIMENTO DO JUIZ
Facilitação da prova, inversão da prova e formação
do convencimento
judicial
A redução das exigências da prova como consequência
da necessidade de se viabilizar tutela jurisdicional efetiva aos direitos
A importância do plano do direito material para a
elaboração da convicção
A sociedade de risco e a prova da causalidade
A relação das violações de deveres profissionais e
de normas de proteção e de prevenção de acidentes com a prova da causalidade
O dano provocado pelas chamadas emissões
intoleráveis e a prova da causalidade
A prova da simulação
FATO TEMIDO E PROVA
A necessidade de alteração de paradigma para se
compreender a prova em face da ação inibitória
A ação inibitória, o dano e a culpa
A ameaça e a ilicitude
A questão da prova da ameaça diante do mandado de
segurança e
do interdito proibitório
A prova da ameaça no direito estrangeiro
Reconstrução crítica da prova da ameaça
A importância da compreensão do mecanismo da
presunção para a aferição da ameaça
A formação da convicção nas diferentes espécies de
ações inibitórias
A impossibilidade de produção de prova da ameaça
PROVA ILÍCITA
A separação entre os planos probatório e fático
A ilicitude da prova diante da existência ou não de
processo, da natureza do direito violado e da qualidade do violador
Ilicitude no plano do direito material: i) na
obtenção da prova préconstituída; ii) na obtenção das informações
consubstanciadoras da
declaração testemunhal; iii) na formação e na produção da prova; e
iv) na utilização da prova pré-constituída
Ilicitude no plano do direito processual: i) na
admissão da prova e
ii) na produção da prova
A gravidade da violação
A prova obtida com violação de regra processual que
não implica
lesão a direito fundamental. Consequências
A norma constitucional que proíbe as provas
“obtidas por meios
ilícitos”
Fundamento e significado do art. 5.º, LVI, da CF
A opção do processo penal e a ausência de opção no
âmbito do processo civil
A proibição da prova ilícita no processo civil e a
regra da proporcionalidade
A contaminação das provas vinculadas fática e
juridicamente à ilícita. A teoria dos frutos da árvore envenenada
Exceções à teoria dos frutos da árvore envenenada:
o “descobrimento inevitável” (inevitable discovery exception) e o
“descobrimento provavelmente independente” (hypothetical independent source
rule)
O problema da obtenção de informações de modo
ilícito e da prova testemunhal que pode nelas se basear
A teoria da descontaminação do julgado
A MOTIVAÇÃO
Introdução
A prova e a motivação
A motivação quando das fases de admissão e de
produção da prova
O relatório dos fatos controvertidos e das provas
das partes
A explicação do conteúdo das provas
A motivação da prova indiciária e da presunção
Motivar não é apenas se basear nas provas que
convergem na direção da hipótese vencedora
A necessidade de motivação de todas as provas
produzidas
Raciocínio probatório, decisão e justificação
O método lógico-dedutivo, a nova retórica de Perelman e a justificação racional
Raciocínios probatório, decisório e justificativo
A justificação da credibilidade das provas
A credibilidade da prova e a sua valoração
individualizada
O percurso do raciocínio do juiz entre a prova e o
fato
O raciocínio entre o indício e o fato essencial
Valoração individual e valoração conjunta
A valoração conjunta
A relação entre as dimensões analítica e sintética
Coerência narrativa e construção da verdade
processual
A coerência lógica
A congruência
Os graus da coerência e da congruência
Uma melhor explicação da integração entre os
métodos analítico e sintético
A COMPREENSÃO DE ALGUMAS “PROVAS ESPECIAIS”
Introdução
A prova escrita
Não há definição legal de prova escrita no direito
brasileiro
A “prova escrita” diante dos escopos do
procedimento
monitório
A distinção entre a prova escrita suficiente para a
concessão do mandado de pagamento e a prova escrita capaz de autorizar a tutela
antecipatória nos embargos ao mandado
Segue: a “prova escrita” que viabiliza a ação
monitória
A prova escrita pode ser composta por dois ou mais
escritos
suficientes para fazer surgir um razoável índice de probabilidade de que o
autor é o titular do direito que afirma possuir
A dupla face do procedimento monitório diante da
problemática da cognição
A cognição exauriente secundum eventum defensionis
e a cognição exauriente por ficção legal
A natureza do procedimento dos embargos ao mandado
O erro de pensar que o procedimento monitório não
pode ser utilizado nas causas que exigem cognição plena e exauriente
Consequência da constatação de que o
procedimento monitório viabiliza a ampla defesa: a possibilidade de uma melhor
compreensão do conceito de prova escrita
A prova do chamado “direito líquido e certo”
A prova na tutela antecipatória
O DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO, O PRINCÍPIO DA
ORALIDADE E A PROVA
REEXAME DA PROVA DIANTE DOS RECURSOS ESPECIAL E
EXTRAORDINÁRIO
Aferição dos critérios jurídicos para a utilização
da prova e para
a formação da convicção judicial
Prova, motivação e qualificação jurídica dos fatos
Prova essencial à validade do ato jurídico
Uso de prova incompatível com determinado
procedimento
Discussão sobre a qualidade da prova necessária ao
uso do procedimento
Convicção de verossimilhança
Desconsideração da convicção suficiente
Redução das exigências de prova e direito material
Inversão do ônus da prova, verossimilhança da
alegação e hipossuficiência
Determinação da credibilidade da prova
Regras de experiência e presunções judiciais
Começo de prova escrita
Fatos que apenas podem ser demonstrados mediante as
provas documental e pericial
Valor da prova pericial
A questão da coerência lógica da decisão
A congruência da decisão
Erro na compreensão da prova em abstrato
Prova ilícita
Decisão acerca de fatos que não dependem de prova
Recurso especial e admissão de revisão de
condenações em valores irrisórios ou exagerados
A NATUREZA DAS REGRAS SOBRE PROVA
Parte II – DO DEPOIMENTO DA PARTE
Considerações gerais
Depoimento da parte e interrogatório livre
Sujeitos do depoimento
Representantes e depoimento da parte
Natureza jurídica do depoimento
Interrogatório livre
Confissão ficta e
interrogatório livre
Regime diferenciado do interrogatório livre em
relação ao
depoimento da parte
Interrogatório de incapaz
Colheita do interrogatório livre
Depoimento da parte
Depoimento de estrangeiro
Juízo de admissibilidade do depoimento da parte
Depoimento e dever de dizer a verdade
Intimação pessoal para o depoimento
Momento da produção do depoimento
Confissão ficta
Ausência justificada ao depoimento
Imposição da confissão ficta por ausência
injustificada do
depoente
Natureza da presunção decorrente da confissão ficta
Exclusão de efeitos da confissão ficta
Antecipação da colheita do depoimento da parte
Regime do depoimento e do interrogatório livre
Forma da produção do depoimento da parte
Oralidade do depoimento da parte
Isolamento do depoente
Comparecimento pessoal do depoente. Depoimento por
procurador
Objeto do depoimento
Ausência do dever de articulação prévia dos fatos
Oferecimento escrito do depoimento
Escritos e consulta a notas breves
A confissão ficta no depoimento da parte
Justo motivo
Evasivas que geram confissão ficta
Declaração de motivo justo
Esquecimento, ignorância e confissão ficta
Regras de exclusão do dever de depor
Imputação de fatos criminosos ou torpes
Dever de sigilo
O sujeito da avaliação da regra de privilégio
Exceções às regras de exclusão
Outras causas de exclusão contempladas pelo Código
Civil
DA CONFISSÃO
Conceito de confissão
Natureza da confissão
Elementos da confissão
Confissão e institutos afins
Confissão efetiva e confissão ficta
Força vinculante da confissão. Duplo valor da
confissão
Confissão judicial e extrajudicial
Confissão espontânea e provocada
Confissão prestada a juiz incompetente
Confissão por mandatário
Poderes especiais do mandato para a confissão
Força vinculante da confissão prestada por
mandatário
Eficácia subjetiva da confissão judicial. Confissão
como ato negocial e como meio de prova
Valor da confissão perante os herdeiros do confitente
Confissão e litisconsórcio
Os cônjuges e a confissão
Confissão e direitos indisponíveis
Limitação objetiva à eficácia da confissão
Indisponibilidade do direito e eficácia da
confissão
Outros limites objetivos à eficácia da confissão
O art. 351 do CPC e o Código Civil
Confissão como ato de vontade. Os vícios da vontade
e a confissão
Vícios de consentimento e confissão
Erro, dolo e coação na confissão
Particular condição do dolo em relação à confissão
Erro que legitima a anulação da confissão
Erro de direito e confissão
Coação física, coação moral e confissão
Outros vícios do consentimento e anulação da
confissão
Vias processuais para a anulação da confissão
Ação anulatória e confissão
Ação
anulatória e pendência do exame da confissão pelo tribunal
Ação
rescisória e confissão
Iudicium rescissorium
e confissão
Legitimação
ativa para as ações
Antecipação
de tutela nestas ações
Eficácia da confissão extrajudicial
Confissão extrajudicial verbal e escrita
Fundamento para o regime diferenciado da confissão
escrita e oral
Prova literal
Indivisibilidade da confissão
Confissão simples e complexa
Divisibilidade da confissão
Natureza da presunção decorrente da
indivisibilidade da confissão
DA EXIBIÇÃO DE DOCUMENTO OU COISA
Colocação da matéria
Exibição e dever de colaboração
O incidente de exibição
Natureza da exibição
Fundamento do dever de exibição
Pessoas sujeitas ao dever de exibição
Objeto da exibição
O incidente de exibição contra a parte
Deliberação preliminar sobre a exibição
Intimação do requerido para a exibição e condutas
possíveis
Instrução do incidente de exibição
Inadmissibilidade da recusa à exibição
Decisão do incidente contra a parte
Excludentes da presunção
Ação de exibição contra terceiro
Determinação de ofício da exibição em face de
terceiro
Dever de exibição do terceiro
Atitude do terceiro frente à ação de exibição
Sentença da exibição contra terceiro
Cumprimento espontâneo da sentença de exibição
Recusa no cumprimento da exibição pelo terceiro
Destinação do documento após a exibição
Regras de privilégio
Documentos referentes a negócios da família
Violação do dever de honra, desonra e perigo de
ação penal
Sigilos
Outras hipóteses de exclusão do dever de exibir
Possibilidade da exibição não obrigatória
Exibição parcial
Exibição de documento pelo Poder Público
Fundamento do dever de colaboração da Administração
Pública
Função subsidiária do art. 399 do CPC
Procedimento da requisição de documentos à
Administração Pública
Cópias dos documentos e restituição dos originais
DA PROVA DOCUMENTAL
Noções introdutórias
Definição
Documento e prova documental
Documento, instrumento e monumento
Elementos da prova documental. Início de prova
escrita
Autoria do documento. Documento público e
particular. Subscrição.
Autenticidade
Prova documental e novos meios tecnológicos
Documentos por fac-símile
Força probante dos documentos públicos
Documento público
Documento e instrumento público
Prova da formação e do ocorrido na presença do
oficial público
Documento público e agentes públicos
As cópias de documentos públicos e particulares e
seu valor probante
Classificação das cópias
Valor probante das reproduções
Condicionantes do valor probatório da cópia
Ressalva quanto à concordância do valor probante da
cópia
Cópias por fac-símile
Documentos essenciais
Exceções à regra do documento essencial
Forma natural ao negócio jurídico
Documento público irregular
Conversão e subscrição
Documento particular. Definição e elementos
Valor probante do documento particular
Declarações narrativas e constitutivas
Autenticidade
Autenticação. Reconhecimento de firma
Data do documento
Avaliação da data do documento
Autoria do documento
Autoria e subscrição. Exame da autoria do documento
Dispensa de subscrição
Incidente de verificação
Eficácia probatória do documento e autenticidade
Indivisibilidade do documento
Provas documentais por telegrama, radiograma ou outro
meio de
transmissão
Critérios de eficácia probante dos meios de
transmissão de
dados
Valor probante dos meios de transmissão de dados
Presunção de conformidade
Recepção por terceiro
Documentos unilaterais
Noções elementares dos documentos unilaterais:
cartas e
registros domésticos
Valor probante dos documentos unilaterais
Eficácia probatória das notas do credor no título
de obrigação
Força probante dos livros comerciais
Força probante dos livros comerciais e confissão
Prova dos livros comerciais a favor do comerciante
Força probante dos escritos comerciais e prova
solene
Indivisibilidade da escritura contábil
Indivisibilidade da escrituração contábil e prova a
favor e
contra o comerciante
Presunção relativa de indivisibilidade
Incidente de exibição de documentos comerciais
Exibição parcial de documentos comerciais
Provas documentais não escritas
Valor probatório das reproduções mecânicas e
eletrônicas.
Conformidade
Impugnação da reprodução e verificação da
conformidade
Reproduções fonográficas e interceptação telefônica
Reproduções de documentos particulares e seu valor
probante
Força probante das cópias de documentos
particulares
A prova fotográfica
Não apresentação do negativo fotográfico
Valor probante de documentos defeituosos
Documentos defeituosos sem ressalva
Falsidade documental
Modalidades de falsificação
Valor probante do documento falso
Cessação da fé de documentos particulares
A arguição de falsidade documental
Natureza da arguição
incidental da falsidade documental
Objeto da arguição de
falsidade
Arguição de falsidade material e
ideológica
Ônus da prova na arguição
de falsidade documental
Momento da arguição do
incidente de falsidade
Legitimidade e interesse para o incidente
Processos em que é cabível o incidente
Procedimento do incidente de falsidade
Suspensão do processo pelo oferecimento do
incidente
0 Natureza jurídica do ato do juiz que encerra o
incidente
Produção da prova documental
Documentos novos
Contraditório na produção da prova documental
DA PROVA TESTEMUNHAL
Primeiras considerações
Objeto da prova testemunhal
Testemunha referencial
Teleconferência
Fatos confessados
Dispensa da prova testemunhal sobre fatos já
provados documentalmente
Fatos que só podem ser provados por outros meios de
prova
Inexistência de cerceamento de defesa no
indeferimento da prova testemunhal
Limitação da prova exclusivamente testemunhal
Relativização da proibição da prova exclusivamente
testemunhal
Prova exclusivamente testemunhal e interpretação do
contrato
Terceiros e proibição da prova exclusivamente
testemunhal
Provas de atos solenes
Documento proveniente de qualquer das partes
Começo de prova escrita e probabilidade
Começo de prova escrita e documento
Começo de prova escrita e terceiro
Impossibilidade moral ou material de obtenção de
prova escrita
Prova testemunhal e a prova do pagamento e da
remissão de dívida
Fatos sempre comprováveis por testemunhas
Prova testemunhal na simulação
Inocência da parte e emprego da prova testemunhal
Princípio da contagiação
e cindibilidade do negócio jurídico
Condição subjetiva da testemunha
Depoimento de menor
Interdito por demência e doente mental
Cego e surdo
Impedimento
Cônjuge, ascendente, descendente e colateral
Admissão do depoimento do cônjuge, do ascendente,
do
descendente e do colateral
Impedimento da parte e de pessoas diretamente
ligadas aos
sujeitos principais do processo
Suspeição do condenado por falso testemunho e
daquele
que, por seus costumes, não é digno de fé
Inimigo capital e amigo íntimo
Interessado
no litígio
Depoimento
na qualidade de informante
Regras de exclusão. Cônjuge, parentes e amigos
íntimos
União livre
Sigilo profissional
Limitação da exclusão do dever de depor ao fato
específico
Exclusão do dever de depor e informante
Da produção da prova testemunhal
Requerimento da prova testemunhal
Arbitramento do prazo pelo juiz
Critérios para a fixação do prazo
Contagem do prazo para a apresentação do rol de
testemunhas
Qualificação da testemunha
Adiamento da audiência
Unidade da audiência
Desistência da testemunha arrolada
Procedimento sumário
Preclusão
da impugnação
Embargos
à execução
Limite
do número de testemunhas
Substituição
de testemunha arrolada
Juiz da
causa como testemunha
Princípios
da oralidade e da imediatidade e local da colheita do
depoimento das testemunhas
Oitiva
de autoridades
Procedimento
para a colheita do depoimento de autoridade
A
intimação da testemunha para o depoimento
Oitiva
das testemunhas
Contradita
da testemunha
Exclusão
do dever de depor
Advertência
à testemunha de dizer a verdade
Registro
do depoimento
Poderes instrutórios do juiz e prova testemunhal
Testemunha
referida
Acareação
Depoimento como munus
público
Impossibilidade de produzir prova em audiência
Provas que devem ser feitas em audiência e provas
que podem ser complementadas em audiência
O princípio da oralidade
Exceções ao dever de prestar depoimento pessoal em
audiência
Não comparecimento à audiência sem justificativa
prévia
A questão do depoimento antecipado
Produção de provas mediante cartas precatória e
rogatória
Produção de prova através de carta precatória ou
carta rogatória e suspensão do processo
Carta devolvida até o “julgamento final” (quando já
interposto recurso de apelação)
DA PROVA PERICIAL
A colaboração técnica para a formação do juízo
O perito e os assistentes técnicos
O direito ao perito competente e imparcial
Rejeição da prova técnica
Modalidades de prova pericial
Exigibilidade da submissão à prova pericial
Terceiros estranhos ao processo e impugnação contra
a imposição
de prova pericial
Prazo para o laudo pericial e para os pareceres
técnicos
Prazo para a apresentação de quesitos e de
assistente técnico
Inquirição do perito e dos assistentes
Fixação de honorários periciais
Dever de cumprimento escrupuloso da perícia
Parcialidade dos assistentes
Escusa do perito
Impedimento e suspeição do perito
Procedimento da arguição
de impedimento e suspeição do perito
Substituição do perito
Sanções ao perito substituído
Impugnação pelo perito da decisão sobre seu
impedimento ou suspeição
Quesitos suplementares
Contraditório sobre os quesitos suplementares
Quesitos impertinentes
Exame do quesito impertinente em grau de recurso
Quesitos formulados de ofício
Dispensa da prova pericial
Parecer técnico e dispensa da prova pericial
Documentos e dispensa da prova pericial
Perícias por carta
Instrução do laudo pericial
Limitação do poder do perito e dos assistentes
técnicos
Defesa do terceiro diante das determinações
periciais
Prova testemunhal e depoimento ao perito
Contraditório na prova pericial
Perícia complexa
Indicação pela parte de mais de um assistente
Prorrogação do prazo para entrega do laudo e motivação
judicial
Início da fluência do prazo para a juntada dos
pareceres
Ciência da juntada do laudo pelo advogado
Prazo comum de dez dias para a apresentação dos
pareceres
Prazo para a apresentação do laudo e dos pareceres
técnicos e esclarecimentos prestados na audiência de instrução e julgamento
Perícia por estabelecimentos oficiais
Perícia sobre a autenticidade de letra ou firma
Obrigatoriedade do comparecimento do perito e dos
assistentes em audiência
Pedido de esclarecimentos sob a forma de quesitos
Legitimados a pedir esclarecimentos
Quando os esclarecimentos devem ser dirigidos ao
juiz e quando devem ser endereçados aos assistentes
Novos esclarecimentos
Valor relativo da prova pericial
Segunda perícia
Objeto da segunda perícia
Descabimento da segunda perícia
Segunda perícia e inspeção judicial
Necessidade de esclarecimento de outro fato ou de
prova pericial com outro fim
Disciplina da segunda perícia
Coexistência de ambas as perícias
DA INSPEÇÃO JUDICIAL
Primeiras considerações
Inspeção judicial a requerimento da parte ou
determinada de ofício
Objeto da inspeção judicial
Fundamentação da inspeção judicial
Negativa de sujeição à inspeção
Auxílio de perito na inspeção judicial
Inspeção direta e indireta
Inspeção judicial indireta e prova pericial
Inspeções realizadas fora da sede do juízo
Melhor verificação dos fatos
Impossibilidade de apresentação da coisa em juízo
Reconstituição dos fatos
Acompanhamento da inspeção judicial pelas partes
Auto de inspeção
Instrução do auto de inspeção
BIBLIOGRAFIA
Obras dos autores

CATEGORIAS
PROVA

